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In our most recent installment, Jennifer Sarah Cooper and Odile Cisneros test their linguistic mettle on “roça barroca,” a poem by Brazilian poet, translator, and editor Josely Vianna Baptista.
roça barroca
As almas são visíveis em forma de sombras.
Da religião Guarani, via Schaden
viu o primeiro sol
depois do inverno
desembrulhar, folho por
folho, os rebentos
em cada greta
e grumo
do terreno
foi descobrindo
grelos
e vergônteas,
ocelos verdes
e outros
arremedos
no alfobre
farto de bolor
e mofo,
sobre os sulcos
cheios
de refolhos
—em cada covo
um eco de silêncio,
a própria sombra
um paroxismo
de roxos
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